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Dicas de Viagem

Por Klas Viagens | 12/12/2019 às 12:00:00

Principais cidades para conhecer em Israel.

Principais cidades para conhecer em Israel.
Um país que se destaca pela sua história, religiões e belezas naturais. Conheça as principais cidades para visitar ao viajar para Israel e encante-se por esse destino surpreendente.

 

Israel pode ser visitado em apenas cinco dias, mas para isso é necessário conhecer poucas cidades e em pouco tempo, como apenas Tel Aviv e Jerusalém. Caso queira colocar mais lugares no roteiro pode-se destacar Massada e o Mar Morto, que ficam próximos. Para uma viagem rápida, mas com uma rota maior, é possível inserir Cesárea, Galileia, Nazaré e Haifa.

Se quiser conhecer Israel com calma, fique o máximo de tempo que puder, sempre irá ter lugares para agregar o destino. É possível conhecer Israel de norte a sul em no mínimo 15 dias.

 

Jerusalém

A cidade de Jerusalém é uma das mais antigas do mundo. Está localizada no oeste da Ásia, entre o Mar Mediterrâneo e o Mar Morto. A cidade é considerada sagrada para três religiões: judaísmo, cristianismo e islamismo.

O Estado de Israel considera que Jerusalém é a capital do país, mas a comunidade internacional considera que a capital é a cidade de Tel Aviv. Isso porque Jerusalém também é reivindicada como capital da Palestina.

Como forma de apoio, a maioria dos países mantém a embaixada em Tel Aviv. Apenas os Estados Unidos, Guatemala, Paraguai, Brasil, Romênia e República Tcheca propõe a transferência da embaixada para Jerusalém.

Jerusalém está localizada na extremidade de um planalto, na região montanhosa do sul de Israel, conhecida como Judeia. A cidade é cercada de vales, como o Vale do Cédron e o Vale do Tyropoen.

 

Via Sacra

A Via Sacra é um dos principais motivos que levam os turistas à Israel. Mesmo em viagens que não tem foco religioso, os viajantes acabam passando por lá. Ela marca o caminho que Jesus percorreu antes da morte, o trajeto está situado dentro da Velha Jerusalém.

O local é um dos pontos turísticos mais visitados de Israel, dedicado à oração e devoção. O trajeto reserva igrejas e locais sagrados que se misturam em meio a vendedores e feiras livres.

Via Sacra em Israel.

 

Velha Jerusalém

A cidade Velha de Jerusalém é um dos pontos mais antigos da cidade, ela é de 3.000 a. C. É uma área amuralhada e pode-se encontrar vários lugares fundamentais para algumas religiões, como o Monte do Templo e Muro das Lamentações para os judeus, a Basílica do Santo Sepulcro para os cristãos, o Domo da Rocha e a Mesquita de Al-Aqsa para os muçulmanos.

O local é dividido em quatro bairros: o judeu, muçulmano, armênio e cristão. O bairro judeu está localizado na região sudeste e inclui a Porta dos Detritos e a Porta de Sião, nele situa-se o Monte Sião e o Túmulo do Rei David. O lado muçulmano está situado na região nordeste e inclui a Porta de Herodes, a Porta dos Leões e a Porta Dourada, inclui o Monte do Templo, o santuário Monte Moriá e as mesquitas Cúpula da Rocha e Al-Aqsa. 

O bairro armênio situa-se na região sudoeste é menor e bastante recluso, fechado para visitação. O bairro cristão ocupa a região noroeste e o principal monumento é a Basílica do Santo Sepulcro, inclui a Porta Nova e a Porta de Jafa, além de dividir a Porta de Damasco com o bairro muçulmano. Nesta região também há a Via Dolorosa e a Torre de Davi.

Muro das lamentações em Jerusalém, Israel.

 

Mercado Árabe

Os mercados de rua estão por toda parte, são bastante populares e reservam um pouco do gostinho de Israel. O mais conhecido é o Mercado Árabe da Cidade Velha de Jerusalém, situado dentro da cidade amuralhada. 

Ao passar pelo Via Sacra irá encontrar com o mercado. A parada vale para experimentar novos sabores e comprar souvenir. Os valores são bastante parecidos de uma loja a outra, mas não esqueça que os árabes adoram negociar, tente um desconto.

 

Monte das Oliveiras

O Monte das Oliveiras recebe esse nome pois era coberto por oliveiras. O local é sagrado para judeus, cristãos e muçulmanos, pois, de acordo com a Bíblia, Jesus teria transmitidos ali alguns de seus ensinamentos. 

Do monte é possível ver a região da Cidade Velha de Jerusalém, a Cúpula da Rocha e a Igreja de Todas as Nações. O pôr do sol no local é lindíssimo.

Visita ao Monte das Oliveiras em Israel.

 

Museu do Holocausto

O Museu Yad Vashem, também conhecido como Museu do Holocausto, começou a ser projetado em 1953, mas foi aberto ao público somente em 2005, com o objetivo de preservar a memória das vítimas do holocausto e documentar a história dos judeus. 

É o maior museu do holocausto do mundo, dividido em 9 galerias com fotos, documentos, filmes e objetos pessoais com muitos detalhes do horror e tristeza que o momento trouxe à história.

 

Tel Aviv

Tel Aviv é a segunda maior cidade de Israel, conta com cerca de 600 mil habitantes e foi fundada em 1909. Além disso, foi nomeada como a cidade mais moderna e leva o título de centro econômico e cultural de Israel. Tudo na cidade foi planejado e estruturado para que tivesse um crescimento rápido.

A cidade é a principal porta de entrada de Israel. São 14 km de praia e 120 km de ciclovias, além de fazer altas temperaturas durante sete meses do ano. Fazendo com que os moradores e turistas sempre estejam ao ar livre, sempre movimentando a cidade. 

O local é encantador durante o dia, mas é bastante conhecida pelas noites agitadas, afinal a cidade reserva boa música, bares e excelentes opções de gastronomia.

Tel Aviv, Israel.

 

Old Jaffa

Jaffa é um bairro que deu origem a Tel Aviv. A cidade tinha 3.000 anos de história e como diz o próprio nome, se refere a parte mais antiga de Tel Aviv. Desde 1950, é chamado de Tel Aviv-Yafo, por conta da união das cidades – Yafo significa Jaffa em hebraico.

A característica da região se dá a partir dos corredores repletos de pedras, a arquitetura se refere ao período otomano, com ateliê de artistas, cafés, restaurantes e comércio local.

 

Porto de Jaffa

Era o porto mais importante de Israel há alguns anos, mas hoje é usado apenas para pequenas embarcações. Está localizado na parte mais antiga de Tel Aviv, no bairro de Jaffa.

O local é bastante turístico e conta com um deck, permitindo acompanhar o pôr do sol às margens do mar. Além disso, oferece bons restaurantes, diversas lojas e apresentação de música ao vivo.

 

Mercado Carmel

O Mercado Carmel é um dos mercados mais conhecidos de Israel. Além dele, é fácil encontrar outros mercados, afinal cada bairro possui um mercado local. O Carmel reserva muita tradição e mostra um pouco mais sobre a cultura israelense. São várias cores e cheiros para sentir durante a caminhada.

 

Museu de Arte de Tel Aviv

O Museu foi inaugurado em 1932, é o maior de Israel. Conta com um acervo de arte clássica e contemporânea em exibição fixa ou temporária, principalmente de artistas israelenses e estrangeiros, como Cézanne, Dali, Monet e Picasso.

O local é amplo, e está sempre em adaptações para receber da melhor forma o público, ganhando uma nova ala em 2011. Atualmente conta com dois prédios com bastante espaço para a circulação.

 

Parque Hayarkon

O local é um parque urbano de Tel Aviv, criado em 1973, recebe cerca de 16 milhões de visitantes por ano. O parque é uma ótima opção para caminhar, andar de bicicleta e estar em meio a natureza.

Reserva um extenso gramado, instalações desportivas, um aviário, vários lagos, passeio de barco ou lanche, um mini zoológico e duas salas de concerto ao ar livre. O Hayarkon é tão importante para Tel Aviv quando o Central Park para Nova York.

 

As praias de Tel Aviv

Tel Aviv permanece com altas temperaturas quase o ano inteiro, os meses mais quentes são entre abril e outubro, sendo perfeito para aproveitar as belas praias banhadas pelo Mar Mediterrâneo. São 14 km de faixa litorânea com um longo calçadão e ciclovias, quadras esportivas, piscinas e bares, uma infraestrutura impecável, além da beleza do mar.

As praias mais conhecidas são Hilton Beach, Banana Beach, Alma Beach, Gordon Beach, Nordau Beach. Além disso, reserva outras praias incríveis, como Hatzuk Beach, Metsitsin Beach, Frishman Beach, Bograshov Beach e Jerusalém Beach.

Praia em Tel Aviv, Israel.

 

Eilat

A cidade está localizada no extremo sul de Israel, com cerca de 55 mil habitantes e fica próxima da fronteira com o Egito e Jordânia. Eilat fica às margens do Golfo de Eilat que faz uma conexão com o Mar Vermelho.

Eilat recebe muitos turistas por conta das belezas naturais e dos recifes de corais, populares entre os mergulhadores. Além disso, a cidade é uma zona franca, isenta de impostas em compras.

A localização de Eilat é ótima para quem está em Israel, mas quer conhecer os países vizinhos, Jordânia e Egito. Apesar de ser banhada pelo Mar Vermelho, Eilat está em uma região desértica, com o clima quente e seco. 

As principais atrações de Eilat são as praias, entre elas estão: Dolphin Reef Beach, Mosh Beach Eilat, além disso, é possível conhecer o Eilat’s Coral Beach, o Observatório Parque Marinho de Eilat e fazer mergulho em algumas praias. No meio das montanhas os pontos são o Vale Timna e as Montanhas de Eilat.

 

Vale Timna

O Vale Timna está localizado à 25 km de Eilat, no centro do deserto israelense. A região é conhecida por ser um antigo centro de escavação de minérios de cobre e manganês, explorado pelos faraós, israelitas e edomitas.

O parque é uma opção de lazer, ótimo para atividades que envolvem a natureza, história e aventuras. As rochas com formas rara e nomes interessantes se tornaram mais um ponto de interesse turístico. As formações rochosas retratam a vida em uma era antiga, tem nomes como, cogumelo, cogumelo e meio, canhão rosa, arcos, pilares de salomão e vale das pinturas rupestres.

 

Observatório Parque Marinho Eilat

O parque é um Museu e Aquário localizado às margens do Mar Vermelho. Reserva mais de 800 espécies de animais marinhos, como peixes, corais, tubarões, moluscos, arraias e tartarugas.

No parque há uma torre chamada de Observatório Marinho Subaquático, que fica situado no meio do mar, sem cerca ou gaiola. Desta forma, oferece uma vista do Mar Vermelho e da vida marinha do Golfo de Eilat. A torre possui duas salas de exibições, que estão à 12 metros de profundidade.

 

As praias em Eilat

O Mar Vermelho é um dos melhores lugares do mundo para praticar mergulho. Isso porque, as águas são cristalinas e proporcionam bastante visibilidade. No fundo do mar há diversos corais coloridos e uma infinidade de peixes.

Nas praias de Eilat há diversas opções de praias públicas, particulares ou ligadas a redes de hotéis. Quase todas possuem um beach club, com mesas, espreguiçadeiras e chuveiros na beira mar. Entre as atividades oferecidas na cidade há jet ski, parasail, bóias rebocadas por lanchas, mergulhos com cilindro, snorkel, kite e windsurf. 

Entre as atrações das praias de Eilat, a Eilat’s Coral Beach é um reserva natural e parque nacional no Mar Vermelho. Envolve 1,2 km de costa e é o recife de coral em águas rasas mais ao norte do mundo. O local é bastante popular para a prática de esportes como, o mergulho e snorkel.

 Eilat em Israel.

Dolphins Reef é uma praia com um grupo de cinco golfinhos que ficam livres na natureza, mas sempre estão na região atraídos por comidas lançadas por funcionários do local. Para acessar essa região da praia é necessário pagar uma quantia, com isso, pode andar em uma plataforma sob o mar e se aproximar dos golfinhos. Ali, ainda é possível mergulhar com cilindro, praticar snorkel e aproveitar uma piscina de água doce.

Além disso, outras praias conhecidas da cidade são Princess Beach, Mosh Beach Eilat, Dekel Beach, Hananya Beach e HaDekel Beach.

 

Deserto da Judeia

O Deserto da Judeia está localizado entre as Montanhas da Judeia e o Mar Morto. É considerado um deserto pequeno, com 1.500 km², mas conta com uma reserva natural incrível, sítios históricos, mosteiros e panoramas primitivos que tornam o lugar único.

O local é repleto por belíssimas vistas, com montanhas, penhascos e colinas de cal ao lado de planaltos, leitos de rios e profundos vales. Diversos rios atravessam o deserto, criando oásis, como o Nahal Arugot, Nahal Prat e o Nahal David.

Além disso, fica próximo de Jerusalém, reservas naturais como a Ein Gedi e Einot Tzukim, grandes fortalezas, como Massada e Horkenya.

 

Mar Morto

Mar Morto significa Mar de Sal, em hebraico, é um lago de água salgada que banha os países da Jordânia, Cisjordânia e Israel. O local tem 50 km de comprimento e 18 km de largura.

O mar tem esse nome pois há muita concentração de sal, cerca de dez vezes mais se comparar a outros mares ou oceanos de água salgada. Apenas algumas espécies de arqueobactérias e algas sobrevivem à água extremamente salgada. Por isso, ao visitar, é necessário tomar alguns cuidados e seguir as orientações dos profissionais que trabalham na região.

Passeio no Mar Morto em Israel.

A água do Mar Morto é composta por diversos tipos de sais. Em média, nos oceanos a cada 100 ml de água têm 3 g de sal. No Mar Morto a cada 100 ml de água há até 35 g de sal. Além disso, o lago está localizado a 416 metros abaixo do nível do mar, sendo o ponto mais baixo da Terra.

 

Massada

Próximo do Deserto da Judéia, numa chapada com vista para o Mar Morto, está a ruína de uma fortaleza defendida pelos judeus que se recusaram a submeter a ocupação romana.

Massada é a segunda cidade mais procurada por turistas, isso porque se transformou em um símbolo de resistência dos judeus. A palavra Massada significa Lugar Seguro ou Fortaleza. Está situada no litoral sudoeste do Mar Morto.

 Massada em Israel.

O local é uma fortaleza natural, com penhascos e terreno acidentado. Está a cerca de 520 metros acima do Mar Morto, com 2,5 km de distância. Massada tem cerca de 200 metros de comprimento e 60 de largura.

É possível chegar no topo de três maneiras: do lado leste através de um teleférico ou com uma caminhada pelo Caminho da Cobra, que tem cerca de 6 km, bastante estreito, são de 45 a 60 minutos. Pelo lado oeste, é possível subir uma rampa construída pelos romanos, a caminhada é de cerca de 15 minutos.

 

Ein Gedi

Ein Gedi é um oásis no oeste do Mar Morto e próximo de Massada. É conhecido pelas grutas, nascentes e a grande diversidade de fauna e flora.

Em 1956, foi fundado um kibutz – uma forma de coletividade comunitária israelita –, localizado a cerca de um quilômetro do oásis. O local oferece diversas atrações desfrutando do clima e da abundância de água natural para a cultivação de produtos. Antes da fundação do kibutz, a área de Ein Gedi não havia sido habitada por 500 anos.

A região do kibutz contém um jardim botânico que cobre mais de 10 hectares. No local é possível encontrar mais de 900 espécies de plantas de todos os continentes do mundo.

Além disso, Ein Gedi reserva um Parque Nacional, fundado em 1972, se tornando a mais importante reserva naturais de Israel. O parque está no extremo oriente do Deserto da Judeia, na costa do Mar Morto.

O Parque Nacional de Ein Gedi reserva duas ribeiras alimentadas pelas nascentes Nachal David e Nachal Arugot. Além de outras duas nascentes que também navegam pela reserva, sendo a Shulamit e Ein Gedi. Todas essas nascentes geram em média 3 milhões m³ por ano.

O local é um santuário para diversas espécies de plantas, aves e animais. A vegetação é de plantas e árvores das regiões com clima tropical, desértico, mediterrâneo e estépico.

 

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